Isso é o que acontece quando um porco-espinho tenta se defender

Odair Araujo | quinta-feira, dezembro 17, 2015 | 0 comentários


O porco-espinho é bicho pequeno e até bonitinho. Você sabia que ele é um roedor? Os espinhos que cobrem seu corpo medem até 7,5 centímetros, são afiados e funcionam como uma armadura que o protege. Muitos acreditam que eles são capazes de atirar esses espinhos, mas isso não acontece na verdade. Os predadores são feridos na tentativa de tocá-los mesmo.

Os porcos-espinho são encontrados em toda a Améria, Ásia, Áfria e Europa. Eles vivem em buracos no solo ou nos troncos ocos das árvores. Se alimentam basicamente de vegetais e gostam de comer as camadas sob a casca das árvores. Outras espécies comem raízes e frutas.

Quando se sentem ameaçados eles grunhem, batem as patas traseiras, arrepiam os espinhos e os agitam. Eles não arremessam os espinhos, mas estes se soltam facilmente, e podem ferir seriamente os inimigos ou ainda matar animais mais vulneráveis. Abaixo você vê uma cena surreal em que 17 leões tentam – e apenas tentam – atacar um porco espinho.


VÍDEO.

O aventureiro Coyote Peterson sentiu na pele, literalmente, a dor causada pelo porco espinho. Ele ensinou no seu programa de TV que os espinhos causam pressão pelo tamanho. Por isso, caso você seja um desafortunado que tenha sido “atacado” por um porco-espinho, o ideal é cortar os espinhos para diminuir a pressão e depois puxá-los fazendo um movimento giratório leve. Veja o vídeo:


Imagina que você mora em uma casa comum na Austrália e seu cachorro encontra um porco-espinho no jardim. Nós sabemos que nossos (melhores) amigos de quatro patas são curiosos e teimosos, e isso eventualmente acontece. Nas regiões onde os porcos-espinhos são comumente encontrados, os veterinários estão acostumados a lidar com essas emergências.

Os espinhos são, na verdade, pelos modificados extremamente duros. Eles fixam na pele e na musculatura de quem foi atingido e na ponta de cada espinho existem minúsculas farpas que tornam a retirada mais difícil e dolorosa. No caso dos cães, o ideal é que os donos não tentem retirar os espinhos sem a ajuda de um veterinário.
Seja qual for a situação, se os espinhos não forem retirados rapidamente, pode haver inflamação e infecção na região. A retirada deve ser feita com cuidado para que os espinhos não quebrem e fiquem presos dentro do corpo da vítima. Após essa retirada os pacientes recebem antibióticos e anti-inflamatórios.
Fonte: fatosdesconhecidos

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