Jornal de Rondonia tem acessos a fotos inéditas do atentado em paris.

Odair Araujo | quarta-feira, janeiro 07, 2015 | 0 comentários


A folha Rondoniense recebeu de sua correspondente na França Michelle Gambalonga, as fotos         dos três terroristas, que assassinaram 12 profissionais do semanário francês “Charlie Hebdo”.

Vejam relato da Correspondente

“Estavamos ao lado quando tudo aconteceu. Meu filho que é autista estava em terapia. Sempre que trago ele deixo ele no centro e vou até o prédio do jornal pra comprar café na máquina. Hoje sentia muito frio nos pés decidi ficar no carro mais um pouco e me esquentar. Depois ir até o jornal . Porém o pior aconteceu . Por segundos pensei que fosse fogos , pensei em ser um filme . Pois ao lado a um estúdio . E logo a polícia nos mandando fazer meia volta . Eu comecei a dizer que não que tinha meu filho dentro do centro e que tinha que recuperar ele antes de ir pra longe . Foram 40 minutos até me deixarem ir até meu filho . Pois eu dizia que ele sendo autista ele iria entrar em crise foi só dai que eles viram que eu estava desesperada e me deixaram entrar No prédio que fica duas portas do prédio do jornal . Nos liberaram este fim de tarde . Estamos um tanto cansados e sobre tudo estou chocada . A França está de luto . Muito triste . Foi um dia de muita tensão . A pouco os nomes e as fotos dos assassinos já foram publicadas . Espero que tudo terminará muito em breve . Se Deus quiser,,



Vejam o que saiu no Globo.

PARIS — Os três suspeitos de realizar o atentado ao semanário francês “Charlie Hebdo” foram identificados como dois irmãos e um terceiro homem. De acordo com a polícia francesa, os irmãos se chamam Said e Cherif, são franceses e têm idades próximas dos 30 anos. Seu sobrenome não foi divulgado, mas a polícia informou que começa com a letra K.

O terceiro suspeito, identificado como Hamyd M. seria um sem-teto, que recentemente se registrou na Academia de Reims em Charleville-Mezieres, afirma o jornal “Metro News”.

O trio é suspeito de ter invadido a redação do semanário, matando 12 pessoas e ferindo uma dezena. Após o massacre, os suspeitos fugiram em um carro preto. O véiculo foi encontrado, mas, de acordo coma polícia, ele foi abandonado e os suspeitos, vestindos com roupas negras e usando máscaras, decidiram seguir em outro veículo.

— Perseguiremos esses criminosos pelo tempo que for necessário para que a justiça seja feita — afirmou o presidente François Hollande, que classificou o ato como “um atentado terrorista”.

O ataques aconteceram após o semanário publicar matérias e charges consideradas anti-islâmicas. O “Charlie Hebdo” já havia sido criticado no passado por publicar charges ironizando o profeta Maomé.

Jornalistas condenam ataque

A Associação Mundial de Jornais (WAN, na sigla em inglês) e o Fórum Mundial de Editores condenaram fortemente o ataque contra o semanário “Charlie Hebdo”, em Paris, que deixou 12 mortos e pelo menos

“Nós condenamos da forma mais forte possível esta absurda atrocidade e nos colocamos ao lado do Charlie Hebdo e de toda a comunidade jornalística na França na busca de justiça para as vítimas”, disse em comunicado o CEO da WAN-IFRA, Vincent Peyrègne.

Segundo Peyrègne, trata-se de um ataque à liberdade de imprensa e à sociedade.

“Com 61 jornalistas mortos em 2014 e o ano novo começando sob condições tão terríveis, nós observamos que um ataque desta natureza atinge o coração das liberdades que a imprensa da França defende tão apaixonadamente. Não é apenas um ataque contra a imprensa, mas também contra a sociedade e os valores pelos quais todos lutamos. Isto deve ser um alerta para todos nós nos impormos contra o crescente clima de ódio que ameaça fraturar nossa compreensão de democracia”.

O incidente foi oficialmente declarado ataque terrorista pelo presidente François Hollande, e o país teve seu nível de alerta terrorista elevado ao máximo, com policiais armados vigiando os prédios de veículos de comunicação e outros locais.

Em 2011, um atentado com bomba incendiária destruiu a então sede do semanário. O semanário continuou com sua posição de sátiras críticas, apesar de ameaças subsequentes.

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Fonte: folharondoniaense


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