COMERCIO DA AVENIDA PARANA FECHA AS PORTAS POR CAUSA DO GRANDE VOLUME DE ÁGUA DA CHUVA.

Odair Araujo | quinta-feira, janeiro 24, 2013 | 0 comentários

E a novela continua dessa vez em outro ponto da cidade.




Vilhenenses foram surpreendidos nessa tarde de segunda feira  quando uma pesada tromba de água caía sobre a cidade  deixando avenidas da cidade quase que intransitáveis.
Uma das mais afetadas  a avenida Paraná juntamente com a avenida Melvin jones deixou prejuisos materiais e emocionais nos moradores.
Caus e desordem foi assim que comerciantes qualificou a situação que se encontrou a avenida Parana nessa tarde de segunda feira.
A situação não poderia piorar,comercio quase que em geral da parte semáforo rumo a Cohab teve que fechar suas portas pois a água acumulada na avenida adentrava em suas lojas,colocando mercadorias em risco.
Tão pouco foi a situação da avenida Melvin jones que ficou intransitável no sentido Moises de Freitas.
Comerciantes ouvidos se indignaram em ver que essa situação não é novidade e que nada tem sido feito para amenizar o desastre, na verdade afirma um comerciante, a situação fica mais complicada a cada ano.
O caso foi levado varias vezes a secretária de obras nesses anos que se passaram mas, nada tem sido feito  a respeito, isso já vem perlengando a mais de 3 anos,entra chuva sai chuva e fica por isso mesmo,diz seu Antônio morador e comerciante na avenida Paraná o qual lutava para que a em-chorrada não adentrasse em seu estabelecimento.
O nível da água chegou a 50 centimetros do nível do asfalto em certas localidade até alcançou mais pelo desnível em algumas partes da avenida, isso preocupando muitos comerciante que via a hora da água adentrar e levar tudo de suas lojas.
As bocas de lobos da avenida naquela região nada poderiam fazer para escoarem toda a água, mostravam-se entupidas mas ao mesmo tempo elas mesmas contribuíam para o aumento de água na avenida pois jorravam água sem parar.
Veículos numa tentativa desesperada para não ficar em meio a correnteza  que se formara na avenida atravessavam o canteiro invadindo a ciclo via a fim de sair de qualquer forma do perigo eminente.



TEXTO: ODAIR ARAUJO

FOTOS: COLABORADORES DO FACE.

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